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Atenção, mochileiro de primeira viagem: quem já rodou o mundo sabe os perrengues que um viajante solitário pode passar, principalmente com pouco dinheiro. Por isso, elaboramos um guia rápido com dicas indispensáveis a você que quer traçar novos rumos, mas não sabe por onde começar.
O primeiro item básico do mochileiro é a mochila, claro. O tamanho do equipamento é medido em litros (de 40, para mochilas pequenas, a 90 ou mais para as cargueiras). Para um maior conforto, é importante que ela, quando cheia, fique mais estreita que os ombros da pessoa e abaixo da altura da cabeça. Tecidos impermeáveis previnem eventuais danos por causa da chuva.
Escolhida a mochila, é hora de enchê-la de coisas. Algumas roupas e meias são um bom começo. Opte por peças confortáveis, leves e que não amassem. E tenha sempre um plano B. Se o destino for praia no verão, leve um casaco; se for serra, leve uma camiseta. Sabe-se lá que mudanças climáticas você pode enfrentar!
Já dizia Douglas Adams, em sua série de livros do Mochileiro das Galáxias, que há um artefato multiuso, capaz de ser usado como travesseiro, cobertor, colchão, agasalho, chapéu e por aí vai. Não testamos todas as possibilidades, mas o jornalista Daniel Pedroso recomenda levar este objeto na bagagem:
Ok, mas de nada adianta estar preparado para as adversidades se o estômago estiver vazio. Leve algumas barras de cereal na mochila. Não só são saudáveis, como ocupam pouco espaço (e tornam-se uma ótima alternativa aos cardápios mais exóticos).
Depois, vêm os óculos escuros e filtro solar. Essa dica vale para todas as épocas do ano, pois o sol pode castigar tanto no verão quanto no inverno. Para quem gosta de passear horas a pé pelos lugares que conhece, óculos de sol são fundamentais. E o filtro solar, além de prevenir danos à pele, evita aquele bronzeado nada sexy de turista.
Ah, e caminhar por aí sem lenço e sem documento não dá, principalmente em terras desconhecidas. É importante ter sempre em mãos a carteira de identidade, ou passaporte, de preferência com foto recente. Fotocópia autentificada também vale, caso você tenha medo de perder o papel na rua. E cuidado para não fazer como o estudante Fernando Dal Castel, que, por um descuido, passou por apertos no Uruguai:
Além do documento, é bom ter um cartão de crédito ou débito no bolso (e alguns tostões na conta). Mais seguro que andar com dinheiro por aí, com a vantagem de ser bloqueado em caso de extravio e de se gastar o necessário, sem desperdícios. A única desvantagem são as taxas cobradas em saques no exterior, algo em torno de US$ 3.
Falando em gastos, vale lembrar que, em cidades turísticas, os souvenires costumam ser caros. Portanto, a melhor maneira de levar lembranças para a casa é com a própria câmera digital. Não esqueça dos itens
afins: cartão de memória, bateria(s), carregador e, se necessário, adaptador de tomada – alguns plugues costumam variar de pino chato para arredondado, ou de dois para três pinos.
Por fim, vem o mapa. Não acredite na máxima de que quem tem boca vai a Roma. Você acha que sempre haverá alguém na estrada para indicar o caminho certo? É mais fácil pesquisar no Google Maps, que mantém um vasto banco de dados com mapas de cidades e rodovias.
Pronto, agora você já está preparado para encarar o mochilão. Quer dicas de roteiro? Então fique ligado no nosso blog. Em breve, novidades para você.
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* Reportagem baseada em informações de agências de viagem: CVC e ABAV/RS.
